quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Os teus olhos

Os teus olhos
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Os teus olhos, intensos e belos,
são adornos jeitosos e singelo
adereço em energia cristalina,
traduzem em si a firmeza
e a certeza do vigor abundante.
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És perspicaz, ligada e inteligente,
pois tens a experiência de vida
acalentada em doce brandura,
no entanto sem perder a postura.
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És assim; meiga e suave,
como rosa amarela, branca
ou carmim,
forte e vigorosa, firme e resistente,
olhos tão lindos, intensos...
sem fim.
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sábado, 20 de fevereiro de 2016

O prisma de luzes abertas

O prisma de luzes abertas
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
Tentei mirar a vida com prisma aberto
separei as luzes em mil cores,
maravilha o luar no céu asserto,
a flor desabrochou para o mundo,
suave e tênue, tábua ilustrada e talhada
não via a vida tingida em sumo e violência,
na ambiguidade da coisas via a igualdade dos seres,
lustrei meu coração com preceitos,
primei o riso a ética e valores; conceitos.
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Fui assim; ingênuo, parvo e delicado,
sem ditar normas, ou cobrar pecados.
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Nem sei se mudei o meu modo de pensar
ou, talvez, o mundo me fez mudar,
sei que ando em passo cuidado,
calculado, não posso errar,
desajeitado em cubo de arestas quadradas,
saudoso do prisma de luzes abertas.
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Acróstico: Filomena Olegario

Acróstico: Filomena Olegario
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Face a face com as intempéries da vida
Inda resta no lábios um sorriso cativante,
Luz que salvaguarda alma livre e ativa
Ondas de puro e tênue enternecimento
Maravilhas do ser que luta incessante,
Esteio de apoio com seu ombro, forte viga
Natureza dos fortes, apoia de forma contante,
Aos seus defende firme e forte, és amiga.
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Onde as estrelas tocam o coração
Luzes brilhantes, é dádiva divina,
Estrelas que traduzem em risos celeste
Gentil, teu jeito dulcificado de ser,
Amizade tão nobre, cristalina,
Retrato que impõe, tão doce e elegante.
Impar, entre muitas é única, diva,
Orgulho de ser teu fã e amigo.
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Som de cristal

Som de cristal.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Só em casa, doce magia,
a janela é porta para o mundo,
triste descuido, é um segundo.
Som de cristal, um corpo a voar
não há mais volta
dolorosa vida torta.
Comovente fim de uma esperança.
Gente, nunca descuide de uma criança.
Som de cristal.


Serena e o mar

Serena e o mar
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Serena. o teu jeito atencioso e delicado,
com suave e branda voz em melodia
combinam e enfeitam a bela natureza
de mar manso e sossegado.
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Renovas a energia todo o dia
passeando a beira do mar,
admirando a essência dos seres,
e encantando os turistas com tua beleza.
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És a bela razão de contentamento do Criador,
Serena, tu foste feita em brilho d’amor
e o com teu jeito meigo de ser
engrandece e assoma a bela natureza,
alma límpida e tranquila, és feita d’amor.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Nem sol, nem lua

Nem sol, nem lua
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem, Talento
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Nem sol, nem lua
és luz que verga a sina
de quem, na rua,
solitário,
enfrenta a sorte cretina.
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Não há apalpo pra dor,
nem palavras de amor
sem prudência, nem precaução
segues o teu destino sagaz,
fome voraz,
sobra sangue, vai-se a vida.
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Transfigurado em besta mortal
com fuzil na mão,
tremulo e sem bornal,
pochete do mal,
sem pensamentos,
e sem compaixão.
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Nem sol, nem lua
sem destino
soldado menino
do andar
perdido na rua.
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Nem sol, nem lua
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Deimurgo

Deimurgo
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tens a alma do mundo,
chicanas em desvelo e maledicência  
fazem o teu dia melodiar em conveniência.
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És impuro e urdido em tramoias,
olhos que cospem o fogo da arrogância.
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Pervertido, és fruto da própria petulância.
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Quando choras, chora a lágrima fingida
de quem não dá bola pra nada na vida.
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Deimurgo, imitador de essências,
no entanto escravo da vil sapiência,
um dia te verás frente com a excelência
pedido a Deus perdão e clemência.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...