terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Acróstico: Wali Petri

Acróstico: Wali Petri
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Waterloo; entrego os ponto, és bela e cativante
Alma alva, coração formado em brandura
Licor, doce mel, simplicidade e candura
Infante, princesa, flor de lis e elegante.  
-
Pepitas d’ouro, tão belo olhar
Estrelas, teus olhos, são doce e sinceros
Tens a essência dos puros a perfumar
Rios de sinceridade e casto esmero,
Inteligente, Princesa; és amiga, és gente.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Tic Tac Celestial

Tic Tac Celestial
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Seria um sábio, erudito ilustrado,
cientista aéreo espacial gabaritado,
tal Einstein, grandioso e fabuloso,
que percorreu os segredo do espaço/tempo
desvendando enigmas e explicando a relatividade
em palco estático ou marcha aparente?
*
Talvez extraterrestre em voou fantástico
de nave veloz em ultra-som, elástico,
deslumbrante fantasia, irreal e só utopia.
Traçaria, se fosse, exímio fidalgo sonhador,
um linha rebuscada de literatura transcendente
explicado no manuscrito, em um só verso,
o transe aflitivo e denso do universo.
*
Seria nobre desvendar o infinito mui vasto,
mas me perco em tentativas vã,
com lápis e papel, sentado no divã,
exagerado, procurando entender;
existe profundidade que estanque o amor?
a largura de um abraço é impar?
e a altura das estrelas oque é, diante do teu olhar?
*
Tal ondas sonoras que percorrem o extenso éter,
viajarei bem mais, na velocidade da luz,
na imaginação que tudo pode
e nada pode ser negado, nada de verdade,
apalparei a substância soturna e etérea,
e, se necessário, vagarei mil e um universos
para entregar-te, Serena Flor, um poema,
mas um poema escrito em versos d’amor.
*
08/02/2016


domingo, 7 de fevereiro de 2016

A Consciência tranquila

A consciência tranquila
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
A quietude do espirito e da vida
é a tranquilidade e sossego na alma
justa, razoável e elevada.
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Abranda-se toda a culpa formada
busca-se a reconciliação e o perdão,
se não vier, sem danos,
o importante é relevar os enganos.
-
Amotinar-se consigo
não é honesto, nem recomendado.
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Imprescindível e fundamental
é aquecer o espirito com a serenidade,
para ter a consciência tranquila.
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sábado, 6 de fevereiro de 2016

O universo, o infinito e...Serena

O universo, o infinito e...Serena.
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Os astros do céu, no universo,
tendem a trazerem consigo enigmas
obscuros, ambíguos e indecifráveis.
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Distantes, são misteriosos e misticos
descalabro  em mente ardilosa,
paradigmas ocultos e irreais.
*
Não há como desvendar o infinito
não há inicio e nem fim,
eterno, suave e terno.
*
É simples dizer; “tão bonito”.
*
As luzes dos astros no céu, o universo,
imensuráveis, indecifráveis e misteriosas
são engenharia simétrica em harmonia
criadas por divina concepção.   
*
Assim é o teu olhar, Serena,
pois olhas com comovida afeição,
apiedando o coração
num misto alegre de amiga,
que de bem com a vida,
sensibiliza a alma
com o doce e tênue carinho,
melindrando o cuidado; é pena.
*
O teu olhar é criação do criador
em um momento de paz e amor.
*


sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Cheiro de capim

Cheiro de capim
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Afronta a dignidade humana
este julgo tirano, déspota e injusto;
é o crime audaz que se agiganta.
*
Forasteiro da noite escura,
madrugada a dentro
perdido e inconsequente,
com alma mundana,
vitima da vil sina mortal,
és só mais um pobre inocente.
*
Imprudente, teu fim é fatal,
visto que não és imortal
encontrarás em uma esquina
um terrível marginal,
dono da marca e da tua sina.
*
Olhos profundos e vermelhos
na mão a lança pontuda,
gládio do mal, usada por um animal.
*
Triste arma romana, afiada e letal
*
É desumano
olhar o irmão caído na calçada,
drogado, dormente e amargurado.
*
Pior e ver o infortunado
inerte e indolente
com a vida ceifada.
*
Não há descanso na fachada,
só a entrega da alma penada,
na mão de um traficante sacana.
*
É irreal este estado de coisas;
janela de casa gradeada,
no varal a roupa roubada
um rádio virando fumaça
cheiro de pó, droga malvada.
*
Nem penso mais em mim,
dei de ombros, não sou forasteiro,
fui da noite, mas era seresteiro.
*
Penso na gente abandonada
vagando em noite soturna
ruela, calçadas e cheiro de capim.
*


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Lady

Lady
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Lady, a plenitude vigorosa de teu olhar
traduz o teu ser diligente em sucinta harmonia
da alma ilustre com os astros no céu a brilhar.
*
És criação sublime em perfeita e leve simetria,
com a mais natural e original airosa virtude,
aquela tênue, mas forte, essência do ser; o amor.
*
O Divino marca e distingue o transcendente ardor
resguardando os seres em peso de balança medida
equacionando e separando cada um por sua nobreza.
*
Na tua avaliação foste o sol que ilumina e aquece,
em espirito de chama acesa que transcende por natureza.
*
Eu, poeta contido, sou marco minguado que chora teu olhar,
sentado e reservado, embaixo da cobertura em fachada
solitário, cabisbaixo e contristado por te saber superior.
*
Lady, não ligues a dor d’alma padecida e amargurada,
não confundas a piedade abstrata com o verdadeiro amor
cada um tem sua sina, cada um tem sua jornada.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Acróstico: Maristela de Almeida

Acróstico: Maristela de Almeida
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Maristela, ou Estrela Maris? Estrela
Acolá, além, no céu, paira á brilhar, distante,
Inerte, em luzes brilhante, prima harmonia,
Seus olhos luzem e traduzem em liras, poesia,
Toda essência, beleza, do infinito em universo,
Encantado rabusco um rude e sincero verso,
Lindo o sem fim, os astros, as luzes cintilantes,
Assim, comparo  tua essência, tão bela pureza.
Do infinito a extensão, vasto sem fim,
Astros acolhidos no vazio, é o universo.
Alma serena branda e delicada
Linda  no ser, e tão belo coração,
Moça menina, moça mulher admirada
Estima, carinho, respeito e afeição
Iluminas com teu jeito tênue
Dona de si, vives assim sem aflição.
A ti um abraço e muita consideração.
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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...