sexta-feira, 12 de junho de 2015

Acróstico: Regina Santos

Acróstico: Regina Santos
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Romantismo não sinônimo de carência
É sensibilidade para assumir o direito a amar
Gentileza e a percepção de que a delicadeza
Independe de outros, é a transparência
No próprio jeito de ser, agir e estar.
Amor a vida, ser gentil e agir com clareza.

Sorriso nos lábios, andar firme e coerente,
Amiga dos filhos tão lindos e queridos,
Natural de uma mulher que vence.
Tantas qualidades, igual a tanta gente,
Ondas de ternura, simpatia e delicadeza,
Subjugou e venceu, gentil e suavemente.

Publicado em 12\06\2015




Acróstico: Ana Maria

Acróstico: Ana Maria
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Amiga, protetora e benfeitora
Não importa obstáculos, nada é por demais,
Ampara e defende a causa dos animais.

Mascotes amigos que busca proteger
Admirável teu modo de proteger.
Rainha, antes te descrevi mãe e colorada
Isto somando mostra o teu grande valor
Amor é amor, por muitos é admirada.


sábado, 6 de junho de 2015

Acróstico: Nita Nunes

Acróstico: Nita Nunes
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Nita, tu trazes em si a simplicidade da vida,
Inteligência e distingue valor do sentimento
Traduzes em um olhar a ternura, és gente,
Amiga e parceira em qualquer pedida.
-
Não existe qualidade maior que a claridade
Unção de consideração, estima em integridade.
Nita, percorres a vida com teu jeito singelo
Estimo ter habitat em teu coração tão belo
Solidário, fraterno, terno em doce amizade.

Pensar faz bem pra mente

Pensar faz bem pra mente
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Desafio a consistência da logica
que me afirma que tudo está definido
num claro e simples raciocínio.
*
Lápis e papel, escrever é um exercício
pensar um pesado suplício.
*
Foges de mim, Edelvício?
*
Incoerência é discutir com a ciência.
*
Toca-se o barco ao sabor dos ventos
dança-se conforme a música.
*
Tão simples dizer ‘se fio é fio,
fio não é pavio”.
*
É feito em matéria têxtil.
*
Não vou perder o fio da meada,
perigo é um simples cordel
dar margem ao beleléu
e virar um grande bordel.
*
Tá farto de tudo, cheio da vida?
*
Cabeça tão oca, num vasto vazio.
*
Se queres a sorte perdida
aposta na regra não estabelecida.
*
Medo de ser um dissidente
diferente de tanta gente?
*
Pensar faz bem pra mente.
*


sexta-feira, 5 de junho de 2015

Chimango Velho

Chimango Velho
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Chimango velho que na beira do fogo relembra o passado,
no anular um anel, benção de coronel,
na parede um diploma de um triunfo peleado.
*
Calos na mão te lembram a força da lança,
arma aguda guardiã da esperança.
*
Os gritos agonizantes dos feridos em entreveros desiguais
ainda martirizam tua mente que padece
a dor da alma que ronda, penada, e não desce.
*
Assim, perdido em si, entristece.
*
Uma lagrima umedece o rosto bagual
de quem de batalhas aferradas nunca esquece.
Chimango velho que na beira do fogo relembra o passado. 
*




Acróstico: Wali Petry

Acróstico: Wali Petry
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Wali, teu jeito terno te faz nobre princesa,
Acalentas em suave e doce sonata, cores e
Luzes de ternura em cadência equilibrada.
Indescritível a bondade da tua natureza.
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Primorosa e tão pura em tua nobreza
Exemplo de integridade que a todos encanta.
Tens a virtude de somar todas as vozes
Rompendo um doce hino á “nossa” infanta.
“Y”, letra de Lady, a nossa princesa. 

Um ode contra o preconceito

Um ode contra o preconceito
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Tão triste olhas o garoto no caixão
e lembras de sonhos mil
pivete saudável, alegre e faceiro,
de paz com a vida,
sem pensamentos vil.
*
Acalentava, o bom moço,
ser violeta na vida
talvez a mais bela que existiu.
*
Arco-íris em festa no céu
pra lá partiu o moço, sem anel.
*
Tanta miséria na vida, preconceito vil,
há quem não lembre que o céu é anil
mas as flores da terra coloridas,
e juntos trazem mais beleza a vida.
*
Tão bom moço, alegre e gentil,
vitima de um algoz imbecil
que não deu valor a vida.
*
Partiu, dolente e sem vida.
*
Que pena, ainda existe preconceito no Brasil,
as vezes, num punho forte e febril,
outras vezes num gesto tão sutil.
*


Ser pai

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