sábado, 16 de maio de 2015

Promessa

Promessa
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Diva, o teu olhar cativa
e penetra no fundo d’alma
com uma mensagem de vida,
companheirismo e sinceridade.
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Cantarei ao amor, hoje e doravante,
sonatas de um amor verdadeiro.
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O amor é a luz da verdade,
pois é terno, liga, serena e acalma
as dores d’almas sofridas.
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Tens a essência de ser única no universo
e eu manterei a coerência
vivendo a todo o momento
esta preciosa alegria de ter
em ti a minha musa cativante,
um ideal em pura aparência.
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Eu não poderia tripudiar o meu ardor
e, como vil amante,
poluir o rio de águas límpidas
que faz a vida ser mais transparente.
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Assim, seguiremos unidos num só ser,
cristalinos e unidos em corpo e mente.
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Serena Flor

Serena Flor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Serena Flor que trazes em si
a dor em um passado tão distante,
esqueces que a vida te dá novas alegrias.
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Teu riso é riso contido, 
iludes a todos, e iludes de forma constante,
só não burla esta dor que não acalma,
um sofrimento que finca lá no fundo da alma.
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Mesmo sorrindo teu riso contido
teu riso é enternecedor,
pois tentas abrandar a dor de um amor.
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A vida é feita de histórias vividas,
algumas sofridas, outras são só alegrias.
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Serena Flor que iludes a todos,
refletes a outros a alegria de ser feliz,
porem, no fundo, algo me diz,
na verdade tens um coração partido.
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Serena Flor se na vida já foste traída
não penses que a dor da traição é maior
do que viver a vida de forma excluída,
a vida é momento e deve ser vivida.
Serena Flor que ri um riso tão contido.
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Acróstico: Maria Tereza

Acróstico: Maria Tereza
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Mundo tão grande, mas tão pequeno
Abro uma simples tela e contemplo
Riso tão lindo, sorriso num belo aceno,
Imponente, mas tão gente com a gente,
Admiro, és linda e tens um coração sereno.
-
Tens nos cabelos a luz do sol,
Esperança de um mundo melhor,
Regado na concórdia, espirito ameno,
Esboço canção, um coração puro e pleno,
Zelas por ele sorrindo tão lindo,
Alegre, confiante e um olhar sereno.

domingo, 10 de maio de 2015

Acróstico: Célia Penkal 2

Acróstico: Célia Penkal 2
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Canto um canto puro e verdadeiro
Expresso um parecer de afeição e amizade
Levo sinceridade, não sou interesseiro,
Intento não andar de braços com a falsidade
Antes assim, amigo é amigo por inteiro.
-
Perfume, tens a essência do bem
Ensinas a muitos com ideias fundamentadas
Nunca se afastou do integro e verdadeiro
Kiwi, tão doce e suave encanto, porem  
Adotas postura firme quando confrontada.
Linda alma, natureza por ter coração por inteiro


sábado, 2 de maio de 2015

Por que tanta maldade?

Por que tanta maldade?
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Por que tanta maldade?
O homem, ajoelhado, triste a tremer
teme a  perversidade
da mão que o destino teima em reger,
impunidade.
Por que tanta maldade?
O mulher, vitima, a sofrer
teme a crueldade
de quem deveria lhe proteger,
desigualdade.
Por que tanta maldade?
A criança sofrendo sem saber
a razão de tanta bestialidade,
impiedade.
Por que tanta maldade?
O mal parece vencer,
mas quem vive na claridade
ainda acredita na bondade.
Verdade.


A viatura

A viatura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Na negra noite sem lua
corre a viatura, sirene ligada
vento forte, vento Charrua,
mundo de gente armada.
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Nas estradas mal iluminadas,
anticorpos na proteção do organismo,
corre corre viatura que combate o mal,
burla a sorte, ruma sem sina segura,
talvez busque a própria sepultura.
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Mundo insano, ingrato e mal dirigido
falta amor, falta civismo.
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Viver sem norte, a vida tão banal.
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Armados, mas não protegidos,
na ilusão de guarda desta vil sociedade
que olha com um olhar torcido.
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Na negra noite sem lua
a viatura corre na rua
anticorpos cansados, nunca vencidos.
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02/05/2015




Um canto ao amor

Um canto ao amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Palavras que ditam as cores da natureza.
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As palavras falam e dançam em livre  sintonia.
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É tão doce este suave encanto, sem padecimento,
simetria do belo, tanta beleza em harmonia.
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Não existe mais a dor, tudo é esperança,
a solidão virou leve e distante lembrança.
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A felicidade chegou, agora para ficar.
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Alegria, a vida é encanto e fantasia,
poema, sonata em suave e terna poesia,
no coração a benção de luz,
flash de energia em enternecimento.
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Sorrindo o riso fácil, um acalanto traduz
aquilo que faz bem pra toda gente;
“bonança, não há mais ventania,
coração que ama é só alegria”.
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02/05/2015


Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...