sábado, 21 de fevereiro de 2015

Diálogo

Diálogo
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Diáspora, palavras sem nexo, análogo,
isto é redemoinho de temor e dor, absinto,
a palavra vem, e vai, incerta...tal fogo,
labaredas, chama acessa que queima...instinto,
ondas e espumas turvas. uma ideia, estorvo,
granir sobre pedra um desenho tão torvo.
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Observo a torto, gritam e gritam...falta dialgo.
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Frágil, mas forte, mulher

Frágil, mas forte, mulher
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tens nos teus olhos a firmeza de conhecer o mundo,
a força de quem sabe o que quer,
a confiança de ser impar,
frágil, mas forte, mulher,
que mesmo em meio a tanta gente
repicas com os olhos a luz da segurança
em mil pedaços, flash da utopia, sonho ou quimera,  
salpicando em almas a utopia perdida,
firmando ilusões que temperam a vida.
*
Tão frágil, tão forte, teu lema é vencer,
Sabes o que quer,
és impar, na multidão, pessoa, mulher.
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domingo, 15 de fevereiro de 2015

Enxerto

Enxerto
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
De todos conquistou o respeito,
bom rapaz, filho, amigo, companheiro,
chefe de família exemplar
e policial
que não se vendia por dinheiro.
Vivias pleno, integro por inteiro,
sério, com sorriso jovial.
A vida que soube conquistar.
Labutas que serás agraciado,
Sê puro e serás amado.
Inimigo todos fazem,
alguns não respeitam o bem.
Erros todos cometem,
imperfeitos somos inteiro.
Amigo eras por todos respeitado,
hoje, na tua béstia solidão,
tens um amargo despertar.
Nuvens, chuva e vendaval,
fado lamentável sem igual.
Agiste com despeito,
ao inocente tentou incriminar.
De homem venturoso
a vilão impetuoso,
manchete num jornal.
Cruel destino, policial,
agiste mal,
não tem mais conserto,
trocou uma carreira especial
pelo erro de um enxerto.
Agora não tem mais acerto.
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( Ficção, mas...
todos são inocentes, até o fim do contraditório )



sábado, 14 de fevereiro de 2015

O ratinho

O ratinho
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Miau, miau
Alvoroço no telhado
Briga, briga...
Como o mundo é mal
E o ratinho que não é bobo
Corre, corre
De mansinho
Vai atrás do seu almoço
*
14/02015


Encontro

Encontro
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Alado
terei asas e percorrerei o espaço e tempo,
não sei se volto a mim
nesta viagem em busca busca de deuses.
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Outrora tinha olhos fixo no vácuo
na mente um livro.
*
Mitologia, trevas ou estrada aberta?
*
Acovardado
ou, talvez, herói de nobre sentimento
em busca de uma luz no fim.
*
Embora em mim corroesse
a alma em versos não escritos
passou a agonia sentida,
virou na curva um palco. Circo?
*
Galguei o mar das almas perdidas,
apontei novamente a ceta,
porta aberta
a um sonhador,
apareceu o poeta.
*
Canto as coisas da vida
e as vezes uma canção d’amor. 
*


terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Poliana

Poliana
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Poliana olhou para o céu azul celeste,
a brisa sibilava uma doce e terna canção,
afago meigo suave de tão afetuoso.
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Poliana; alma triste, coração agreste,
sofria pesar no peito em triste comoção.
*
A dor de dentro é triste sentimento,
dói demais se é dor um coração saudoso.
*
Poliana olhou o céu, tão carente,
lembrava o filho querido,
jovem, jogador de bola,
de bem com a vida, boa gente,
tinha na mente a estrada definida,
atleta, mas não faltava a escola.
*
Bala feroz, trajetória perdida,
fim triste de mais uma vida.
*
Poliana nunca conseguiu compreender
porque tinha que acontecer.1
*
Poliana olhou para o céu azul celeste
no peito tão triste comoção
alma triste, coração agreste.
*
A brisa uma triste canção.
*
Porque os jovens?
*
10/02/2015


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Ela

Ela
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Ela entrou na minha vida
como quem entra em um quarto escuro,
revirou a minha história,
estrada por mim percorrida,
adentrou naquele ponto mais obscuro,
monótono, sem luz e tostado.
*
Descobriu que eu tinha  
muitos medos emaranhados
e estava num canto jogado
tal novelo que espera ser tecido.
*
Nas idas e vindas que a vida verteu  
brilhou a imagem mais pura, pelica,
apaziguou a alma que sofreu
separando o fútil, insignificante,
deixando a essência do ser perene
em doce afago, hoje e doravante.
*
Assim se fez, mulher, amiga e companheira,
hoje, amanhã e a vida inteira.
*


Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...