sábado, 14 de fevereiro de 2015

O ratinho

O ratinho
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Miau, miau
Alvoroço no telhado
Briga, briga...
Como o mundo é mal
E o ratinho que não é bobo
Corre, corre
De mansinho
Vai atrás do seu almoço
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14/02015


Encontro

Encontro
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Alado
terei asas e percorrerei o espaço e tempo,
não sei se volto a mim
nesta viagem em busca busca de deuses.
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Outrora tinha olhos fixo no vácuo
na mente um livro.
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Mitologia, trevas ou estrada aberta?
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Acovardado
ou, talvez, herói de nobre sentimento
em busca de uma luz no fim.
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Embora em mim corroesse
a alma em versos não escritos
passou a agonia sentida,
virou na curva um palco. Circo?
*
Galguei o mar das almas perdidas,
apontei novamente a ceta,
porta aberta
a um sonhador,
apareceu o poeta.
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Canto as coisas da vida
e as vezes uma canção d’amor. 
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Poliana

Poliana
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Poliana olhou para o céu azul celeste,
a brisa sibilava uma doce e terna canção,
afago meigo suave de tão afetuoso.
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Poliana; alma triste, coração agreste,
sofria pesar no peito em triste comoção.
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A dor de dentro é triste sentimento,
dói demais se é dor um coração saudoso.
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Poliana olhou o céu, tão carente,
lembrava o filho querido,
jovem, jogador de bola,
de bem com a vida, boa gente,
tinha na mente a estrada definida,
atleta, mas não faltava a escola.
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Bala feroz, trajetória perdida,
fim triste de mais uma vida.
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Poliana nunca conseguiu compreender
porque tinha que acontecer.1
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Poliana olhou para o céu azul celeste
no peito tão triste comoção
alma triste, coração agreste.
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A brisa uma triste canção.
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Porque os jovens?
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10/02/2015


segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Ela

Ela
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Ela entrou na minha vida
como quem entra em um quarto escuro,
revirou a minha história,
estrada por mim percorrida,
adentrou naquele ponto mais obscuro,
monótono, sem luz e tostado.
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Descobriu que eu tinha  
muitos medos emaranhados
e estava num canto jogado
tal novelo que espera ser tecido.
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Nas idas e vindas que a vida verteu  
brilhou a imagem mais pura, pelica,
apaziguou a alma que sofreu
separando o fútil, insignificante,
deixando a essência do ser perene
em doce afago, hoje e doravante.
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Assim se fez, mulher, amiga e companheira,
hoje, amanhã e a vida inteira.
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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

A minha musa

A minha musa
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Minha musa tem o olhar tácito
e traz no seu olhar, as luzes do infinito
refletindo em sua alma serena,
doce lembrança dos deuses.
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Afrodite, Vênus ou mesmo a bela Helena,
Ilíada repetindo sempre a mesma cena,
na alma doce e terna
da mulher com coração de menina.
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O poeta Homero balizou seus cantos
em doce e suave acalanto.
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Eu, perdido em puro encanto,
me inspiro na linda imagem fixa na retina
daquela mulher com o coração de menina,
tão doce, meiga e feminina.
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28/01/2015


Consciência

Consciência
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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O homem é um ser consciente,
dono de si,
possui a noção da sua integridade,
essência da sua verdade.
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Olha-se no espelho e vê,
não aquela magra e indefinida
forma exposta a sociedade,
vê refletido o seu ego, sua verdade,
estrato da sua veracidade.
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28/01/2015


terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Palavras e Ações

Divagação...(Palavras e Ações)
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves 
A) As ações são sempre precedidas das palavras. Desconheço, no dia a dia de todos nós "ações" sem "palavras". Por isto as palavras são e serão sempre necessárias, embora devemos observar, após pronunciadas, se as palavras cumpridas e transformaram-se em ações. 
B) Atentem muito: "quem nada fala, com nada se compromete". De onde nada se espera, nada vem. 
C) Então vamos falar e observar quem fala. Após sim, verificar as ações.

Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...