quarta-feira, 4 de junho de 2014

Vi a cidade a noite

Vi a cidade a noite
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Vi a cidade a noite,
tinha ruas tão escuras
e gente de vida dura,
como o morador de rua
 que vive no acoite
ou sentado na pua.
Vi a noite da cidade,
ruas eram tão sujas
e tinha tanta maldade,
faltava também a verdade
pra explicar que a moça coruja
que senta na calçada
é usada sem piedade.
A cidade que a noite eu vi
era um mundo  diferente
sem pena de tanta gente
que ruma ao seu fim.
Na noite que vi a cidade
um homem corria apressado
mas parou preocupado
na beira de um corredor,
era um pobre trabalhador
que fugia da desigualdade
que tem nesta cidade.


Acróstico: Leize Alves Miorim

Acróstico: Leize Alves Miorim
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Laços que unem ao Rio Grande Amado
Embalam, na vida, a todo o momento
Inter, Santa Maria, família e mate amargo
Zelas, mesmo distante, a nossa tradição.
Exílio? Não, Paraná é também teu coração.

Agora assumes, forte, tua nobre missão
Laboras com a fé dos bem intencionados
Verte nas veias, sangue forte; é dedicação.
Elite social, política, mas presa aos preceitos
Só defendes o justo, certo e direito.

Mas vamos falar da amiga família
Integra na dedicação aos seus amados
Ostenta sempre o orgulho dos seus
Reza a todo o momento, com fé em Deus,
Invoca bons desejos aos familiares.
Mais forte que o mundo, família é coração.

Acróstico: Beto Pereira

Acróstico: Beto Pereira
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Beto é um amigo distante
Espelho de um cara legal
Todos gostam dele, normal.
Olhões é a sua terra natal.

Português de fino trato
Esperto nas mensagens humoradas
Ri de tudo, mas com educação
Este amigo é um gurizão
inteligente, nunca fica irritado
Representante português otimista
Ah, não falei? De táxi é motorista.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Preconceito, porque?

Preconceito, porque?
Autores: Maria Célia Teodoro e Luiz Alberto Quadros Gonsalves
Porque existir o preconceito?
Construindo em migalhas de pensamentos,
sem analise, ou, sequer fundamento,
isto nem é direito.
Somos todos iguais
matéria da mesma matéria
e todos temos sentimento.
Não é legal, é ate imoral
não dar o valor
ou não dar o direito.
Porque tanta diferença?
Preconceito, porque existir?
Deus fez o céu, a terra e o mar.
Fez a natureza e tanta beleza.
Todas as criaturas são tão puras
E, se o homem é seu semelhante
porque um coração tão escuro?
Vamos amar e respeitar.
Quem se acha melhor
deve sempre lembrar
que há um fim na nossa estrada,
ao pó vamos voltar
e nada, mas nada vai restar.

Marília do Inconfidente

Marília do Inconfidente
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Teve Marília uma lágrima à Dirceu
quando este, coberto por um pano branco,
partiu em direção a eternidade.
*
Pensava, Marília, já fora da realidade.
Lagrimas caiam dos olhos seus.
*
O seu amado não era mais seu,
pobre Dirceu,
sonhador foi com Deus.
*
Marília tão triste
chorou todas as dores que existem.
*
Como fazer da utopia a volta a razão?
*
Enlouqueceu, Marília,
que anda agora perdida na vida
com triste razão.
*
Houve em seus braços um amor,
agora nada tem, alem de dor.
*
Voava, Marília,
na triste loucura
com pensamento perdido,
mais sua alma ainda era pura.
*
Buscava, Marília, o seu inconfidente
a quem amava sinceramente.
*
Ia, Marília, em nuvens brancas,
cavalgando um cavalo alado
sobre um lindo jardim florido,
de rosas brancas e amarelas,
seriam as mais belas
pois um sonho encantado
juntaria corações apaixonados.
*
E assim Marília de Dirceu
teria novamente
aquele amor que foi seu.
*
O amor de Dirceu Inconfidente.
*
03/06/2014


Acróstico: Orlando Aparício Corá

Acróstico: Orlando Aparício Corá
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Orlando, passou a vida salvando vidas
Recebes, na alma a fulgor de bem estar
Livre, casto e puro é o reconhecimento
Amparo do espirito, refletido em luz, gratidão.
Não há nada na vida mais importante que o amar
Deste na ativa, o teu brio em luta com paixão.
Orgulho de salvar vidas; vidas salvas, vidas crescentes.

Angustiados, temerosos, surpresos e tementes;
Pocha, são tantos os rostos que tens na mente
Aqueles que precisavam e sofriam, pedindo socorro.
Recebias uma missão a cada dia, e sempre a cumpria
Esquecias, as vezes, de cuidar de si; preciso era ajudar.
Coração que palpitava a cada alma que salvava.
Inchava os olhos, quando uma vida fugia.
Dor tão grande no peito é ver morrer o inocente
Onde termina o homem inicia o ser humano.

Coragem, amigo, são imagens das lembrança
Olhando o passado, vives o presente e projeta o futuro
Recebes agora o que plantou neste mundo
Amor...salvas vidas, bombeiro amigo de gente; velhos, jovens e crianças

Acróstico: Cleni Severo Machado

Acróstico: Cleni Severo Machado
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Colorada, tens orgulho de ser gaúcha
Livre, independente e altivez moral
Estado grandioso, viver aqui, com ou sem luxo,
Nada é mais prazeroso, não tem igual
Isto é amor pela Grande Querência.

Sei, que gaúcho é diferente, e não é indolência
Esta foi a nossa formação, em muitas contendas,
Vitórias suadas em pelejas duros e inflamados
Estancamos a dor em laços encarnados
Rimos das desgraças, levantamos e seguimos
Orgulhosos de ter amor no peito estampado.

Mulher tu és a flor, pura e autentico exemplar,
Abraças o mundo com força e determinação
Certa de tua própria grandeza e distinção
Honras com dignidade a condição de amar.
Amas com força e devoção o Rio Grande Amado,
De Uruguaiana à Canoas, nós, teu amigos colorados
Orgulhosos da bela colorada, enviamos um abraço apertado.

Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...