Não é preciso perder a suavidade d'alma, a brandura no olhar e a delicadeza do ser, para deixar de ser condescendente com o mal feito; basta ser racional e razoável para agir com justiça - ser imparcial -, e entregar a cada ser o troféu por seus acertos, exigindo a correção - sem vingança - aos que, por desvios de conduta, praticaram o mal feito.
quinta-feira, 9 de abril de 2026
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