quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

Nas longas caminhadas em estradas perdidas

Nas longas caminhadas em estrados perdidas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Nas longas caminhadas em estradas perdidas,
eu calculavas os passos que tinha pela frente,
não me cansava, eu andava ao sabor dos ventos,
e a cada passo eu delirava o amor à vidas,
compondo poemas em versos faustos e delirantes.
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Em cada sonata eu entregava um pouco de mim
à dona do meu fado e da minha poesia,
e eram versos d'amor, imaculados na sua fantasia,
inocentes na candidez, mas doces e cativantes.
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Os meus poemas não estavam soltos e dispersos, 
uma vez que todos tinham todo o seu destino,
e uma a uma das seletas com um sorriso receberia,
era um vasto jardim floridos em rosas e jasmins.
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Felizardo que fui!
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A estradas perdidas nunca me foram amarguras,
a noite enluarada ameiga e alma em cuidado e ternura,
cada passo era um passo calculado sem medo temor.
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Hoje o mundo corre triste e tão diferente,
parece que falta vida neste mundo em desamor;
confesso, agora eu tenho medo do vento.
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Felizardo que um dia fui!
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