Sorria
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Abre-se uma janela para este mundo perdido
e logo, emaranhando as coisas belas da vida,
um vento robusto e calamitoso assedia,
esmerecendo a alma da gente, tão frígido.
*
O roseiral, que, de teimoso não morreu no inverno,
vai mostrando um verde em tom fraqueza enternecida.
*
O destemido enfrentou a geada que queima como no inferno,
mas, forte e vigoroso, buscou com fé o alvor de um novo dia.
*

Nenhum comentário:
Postar um comentário