quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Gato Preto

Gato Preto
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Gato preto
Que caminha no telhado
Tão lento
É irmão amigo
Do gato malhado
Andam junto
Enfrentando o perigo
Gato preto
Que não tem medo de nada
Parece zombar de todos
Na sua longa caminhada
Garboso
O gato formoso
Caminha
Em busca de uma namorada
*
30/09/2015


Ao amor não esquecido

Ao amor não esquecido
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poea Sem Talento
E pensei que fosse chama eterna,
um amor feito em ardor e razão,
vindo lá do fundo, em fogo e atração,
mas sentimento tão tranquilo e terno.
*
Meu coração partiu, não mais governo,
esqueci de mim, consciente, perdi a razão,
vivo tempo vencido em tempos modernos,
era lindo outrora, tive uma doce paixão.
*
Hoje vivo apertado naquele tempo vivido;
saudade presente é doce e terna melancolia.
Saudade, retiro em lembrança de algo querido.
*
Da ternura verdadeira restou a nostalgia
é tão meigo suave lembrar daqueles dias,
vivi em amor, hoje distante, e não esquecido.
*
30/09/2015


E tu segues assim

E tu segues assim
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Poder em vermelho/carmim
dança em cadência e glamour,
és charme suave, encantamento,
e trazes em si
um belo sentimento.
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As vezes, esbelta, ainda
desfilas com as luzes
que  clareiam jardins.
*
E tu segues assim,
iluminada em realce de ser
entre as belas tão linda,
vestindo macio ou vestindo cetim.
*
Tão doce encanto, és flor
em beldade e saliência
d’alma tão doce
*
Traduz por si o mais puro amor,
aquele que brilha inocência
por ser sincero em cada menor.
*
Se falo em aparência e elegância,
em graça ou distinção,
em bondade ou coração,
logo chega na mente
a tua doce constância.
*
És tão pura, és tão gente.
*
E tu segues assim
na vitrine da vida
alma bondosa
e muito querida.
*


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Campeador que vaga perdido

Campeador que vaga perdido
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Campeador que vaga perdido
sob as sombras da noite escura,
procura, quem sabe a felicidade
e só encontra o amaro e a desventura,
andarilho néscio, em movimentos trêmulos
bamboleia passo a passo, andar tão lento,
sem direção e acabrunhado,
sente no peito a dor de mil tormentos,
cicatrizes que a vida acometeu
e moldam uma alma grei,
inocente, mas vassala do mal.
*
Quem ti fez súbito da agonia e dor
sabe que tua irmandade anda junto
de mão dadas, cativos, são teus iguais,
aflitos no mesmo vício, falta amor,
corroídos, escravos d’alma vazias,
perdidos na mesma dor.
*


domingo, 27 de setembro de 2015

Meditando a Natureza

Meditando a Natureza
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Serena Flor, esteve ausente, envolvida
e reclusa em si, tal a Fada Sininho,
refletiu o voar das borboleta
que voam alegres e faceiras
de flor em flor, distribuindo carinho
carregando consigo as sementes da vida
que outras belas vão germinar.
*
Imaginava ainda que a chuvarada,
forte aguaceiro que caia sem parar,
deixaria mil pessoas desesperadas?
*
Não é preciso ser poeta para deslindar
os encantos airosos da natureza
bençãos de Deus em cada detalhe
feitos em amor em realeza.
*
Hoje, Serena, tu sabe que a medida
da chuva é o circulo da existência,
conjunto de Deus em Sua Sapiência,
Supremo, pois foi o Inventor do Amor.
*
Serena Flor,  em cada pormenor,
minucia da Criação
existirá sempre uma razão.
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O homem não é supremo,
falhou na prevenção.
*


sábado, 26 de setembro de 2015

A Honestidade

A Honestidade
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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O êxito não está no dinheiro que se ganha,
mas no equilíbrio de ganha-lo honestamente,
permanecendo com a alma branda e pura.
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Livre da perfídia, perversidade e artimanha
a paz de espírito chega leve e naturalmente.
*


O Grito

O Grito
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Hipocrisia
caio em mim em tanta agonia,
tem horas que chuto balde.
Papelão é ficar debalde
indiferente a tanta violência
imposta sem nenhuma clemência
pelo insano sistema caótico,
confuso e desordenado,
insano e pré-histórico
ao arredio, sem seres civilizados.
Num brando pedido ajuda
eu grito: “me acuda
chega de viver atormentado
num mundo violento
e tão desorganizado”.


Um lugar para ficar

Um lugar pra ficar
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Não serei como uma folha,
perdida ao sabor dos ventos
dançado em triste movimento
sem eira para pousar.
*
Preciso reclamar um pouco de alento.
*
Sou atento
as coisas da vida,
e vivo o que o dia me dá,
no entanto guardo no íntimo
mil histórias em estradas perdidas;
algumas são cantos,
a maioria são tramas de pranto.
*
Pousei na terra perene
e fiz meu ninho continuo.
*
Sou garça que esqueceu de migrar,
sou canto ou hino solene,
deixei de lado todas as minhas duvidas
porque no dia e na vida
é preciso ter um lugar pra ficar.
*
26/09/2015


sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Do outro lado da Lua

Do outro lado da Lua
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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De repente você não o reconhece mais,
e era um cara legal,
tinha fibra e moral,
hoje vaga estrada perdida, sem paz,
vive amorcegando sua história.
*
Eta vida contraditória.
*
Quem foi pra muitos guarida
esqueceu-se de si, da própria vida
agarrou-se a um copo de bebida,
solitário na praça ou avenida.
*
Não sorri riso faceiro, jovial,
e era um cara legal,
navio a beira do cais
esboço feliz e muito tranquilo,
hoje um cara vazio,
furunga sem eira nem beira,
perdido em triste trajetória.
*
Chega a dar um arrepio
ver aquela figura caída na rua,
talhado, triste e esguio
extraviado e perdido em vícios,
do outro lado da Lua.
*


terça-feira, 22 de setembro de 2015

É Primavera

É Primavera
Autores: Maria Célia Teodoro e Luiz Alberto Quadros Gonsalves
Tão simples a vida
é fácil cantar
ao acordar pela manhã
abrindo a janela
e logo notar
um lindo sol a resplandecer.
Verde, flores, a brisa
é só alegria
ouvir um pássaro a cantar.
Doce e belo amanhecer
a primavera vem chegando
com tanta beleza.
Brinca a criança,
é roda ciranda.
Corre o moço suado a penca,
forte e varonil, futebol e volei
longe de encrenca,
o danado só pensa
na moça tão linda
vestida de saia,
e no namoro na Rua da Praia.
O velho sereno,
alegre e contente
orgulhoso e faceiro
não pensa em nada
lembra que tinha antiga quimera.
Sentado na varanda
sorri...é primavera.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Você e a chuva

Você e a chuva.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Chove em gotas cristalinas,
constante e voraz,
feroz, traz consigo um desafio.
A tarde vem morna e ferina,
bate no peito angustia sem forma, vazia,
embate os minutos vagarosos
que teimam em lembrar de modo constante
um molde no quadro atirado num canto.
Enquanto a mente procura se adaptar
a um embaraço por demais doloroso,
porquanto cada cena do quadro
faz o tempo voltar ao passado.
Nem sei porque
a chuva me lembra você.


sábado, 12 de setembro de 2015

O infinito

O infinito
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Autor: Luiz Alberto Quadros, o Poeta Sem Talento 
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Olho o espaço, imensidão, sem fim,
existe um infinito de mistérios,
descrente, caio em mim.
*
Qual a raiz do universo?
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Em cada corpo celeste,
em cada grão ou molécula,
na totalidade dos seres criados
em linhas retas e honestas,
em linhas tortas e desconexas
até nas enigmáticas paralelas
existem valores ainda inexplicável
formados em equação simétrica
harmônico, surpreendentes e formidáveis.
*
Esplendor suntuoso e imponente,
mas sem explicação em lógica ascendente
ou será que tem?
*
Suave canto divino, teu brilho
em sonora escala musical
dos anjos em adoração constante.
*
Um hino, um ode ao amor,
Pai de todos, o Criador.
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12/09/2015


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Senhora

Senhora
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Senhora, tens a essência do bem
regozijas em si o alegre sentimento
de um belo poema recitado docemente,
é o contentamento que alegra a alma,
fruto do doce encanto de anos
percorridos em acerto e também em enganos.
*
Construíste teu molde próprio de quem vive
a nitidez de ser única em meio a cem,
dedilhas a música da vida em suave compasso,
percorrendo  a estrada em busca do teu fado.
*
Cada pedra ou atravanco na tua jornada
nunca serve pra destruir, serve só pra construir.
*
Coração o moldado com o resistente laço
que firma a vida em cimento consolidado
em forma consistente, segura, fixo e sólido.
*
Foste calejada e forjada em meio lido
e amaro das intempérie da vida.
*
Em cada lastima se fez mais resistente,
braço firme, forte e consciente.
*
Hoje parece que pouco se abate
lero engano, teu coração ainda bate
e vibra tangível, és puro sentimento.
*



Acróstico: Lourdes Dahmer

Acróstico: Lourdes Dahmer
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
Lidar com 0 publico não é fácil, não
Ouvir, aconselhar, decidir e procurar acertar
Ungida por Deus, tão nobre profissão,
Raios de luz, flash de energia positiva,
Doravante, ontem e sempre, é afirmar
Enfermagem, não é profissão,
Sublime, labutar na saúde, enfermagem é dádiva.
*
Deu tua vida em nobre missão,
Aposentada agora ou não,
Hoje ameniza nas redes o teu ardor
Motivo de seres assim, tênue e terno sentimento,
Estimada e admirada és forte, mas és gente,
Recebes um abraço amigo de um admirador.
*
Acróstico escrito em 11/Fevereiro de 2015


quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O poeta e o homem

O poeta e o homem
*
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
*
O poeta olhou o homem
deitado no asfalto da esquina,
triste e amarga sina,
que torturou a alma do pensador.
*
Não conseguiu mudar a estrada,
e seguir tranquilo sua jornada.
*
Existem dias que o poema não tem nexo,
frágil de ritmo, sem rimas e desconexo.
*
A língua umedecida pedia um licor
que não acalentaria a alma sofrida em dor,
menos ainda o corpo molhado de orvalho
do homem deitado e gelado no assoalho.
*
Quanto vale um tostão?
*
Sem rima, sem ritmo e sem nexo
as vezes não se faz o certo,
mas urge ter compaixão,
nem foi por ser politicamente correto
que o poeta pagou um trago ao irmão. 
*
09/09/2015


terça-feira, 8 de setembro de 2015

Amizade virtual

Amizade virtual
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Sentimento que enternece o peito,
amor simplificado em amizade,
profundo e denso em forma de respeito.
Fruto de tão grande admiração
que cresce a cada momento
em um comentário ou publicação,
simples divagação,
mas terna e tão sincera,
em dose de companheirismo,
levedo que a vida tempera.
Suave rosa molhada no sereno,
jeito amigo, comentário ameno
Nada de fato é banal,
pois você, amigo(a)  é especial. 

sábado, 5 de setembro de 2015

Mari Quadros 2 (acróstico)

Mari Quadros 2 (acróstico)
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Música, suave e tênue, espirito de fraternidade
A ti foi dado aquele sentimento sublime
Real que exprime a verdade em alma e bondade.
Integridade é simbolo nobre, és veracidade.
-
Quantas vezes te afirmei tuas qualidades?
Uma, duas, três, quase mil vezes, e feliz
Amizade não se explica, nem se obriga
Difícil definir, mas é puro de verdade.
Recebes sempre meu sentimento de afeição
Onde brota a flor da amizade não existe qualquer maldade,
Sincero que sou, estima, respeito e consideração.


sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Rosimere Silva (acróstico)

Rosimere Silva (acróstico)
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Real  espirito de camaradagem
Ombro amigo, podemos confiar
Simpatia, felicidade é ter a sua amizade
Inteligência, força, mas muita simplicidade
Mel, tão doce é teu jeito em compartilhar
Estima, consideração e respeito
Rara joia, simpática, és só enternecimento
Este é teu jeito, amiga tão puro sentimento.
-
Simples és segura, mas tão pura
Importa somente em participar
Leva contigo a minha admiração
Verdeiro afeto de estima e gratidão
Amizade querida a ti minha consideração.
===
Obs: amiga virtual
administradora do Grupo Espaço Aberto
administradora do Grupo Românticos Assumidos.


O universo nos seus olhos (acróstico)

O universo nos seus olhos (acróstico)
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
*
O universo está nos teu olhos.
 *
Um infinito em meigo sentimento
Nos seus olhos castanhos claros,
Intensos e belos, cristalinos em amor,
Verdadeiros, que iluminam docemente,
Esboço de uma bela mulher
Rara, em um quadro adornada,
Simples em si formosa, forte no seu viver.
O universo está nos seus olhos.
 *
Não existe inicio ou fim, são só primícias
Ondas de serenidade, paz e harmonia.
 *
Seus olhos são o luminar de belos versos,
Encantados em luzes, airoso universo,
Uma nova e bela utopia todo o dia.
São assim...lúcidos em doce simetria
*
Olhar os teus olhos é encontrar a paz
Libertar-se e viver a eternidade
Habitar os sonhos em doce simplicidade,
Obter o bastião da criação em acalentos
Seus olhos são o universo em sentimentos.
*
04/09/2015



Um homem privilegiado

Um homem privilegiado * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Eu moro em um local privilegiado, os meus viz...