sábado, 27 de dezembro de 2014

E...surgiu a Musa

E...surgiu a Musa
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Procurei na terra, mar e ar
um toque especial que encante corações,
âmbar divino, doce perfume de vida
fragrância de ser feminino e sutil.
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Deus criou o universo 
com todas as formas conhecidas
e milhões de outras, ainda desconhecidas.
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Deixou, Deus, aos poetas a sagrada missão
de descrever os encantos da vida,
compor em rimas e acalantos 
os versos, sem deixar fora os anexos 
incluso nos corações.
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Pintar a realidade e dosar a ilusões,
visionário e sonhador
poeta, fantasia, devaneador.
*
Os poetas ciente do encargo oferecidos
sentiram-se todos perdidos
em triste desilusão,
unidos
choraram ao pé do ouvido da Diva Ísis,
procuravam uma solução.
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A deusa suprema da magia e da natureza
ouviu a cada um dos agraciados.
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Escravos, pescadores, artesões, príncipes e oprimidos,
poeta não tem classe social, é simples, um ungindo,
criança, jovem, homem ou mesmo uma donzela
são detentores do sutil e de sensibilidade
com ou sem habilidade
descrevem os sentimentos
de si e de tanta gente.
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Para tanto a deusa fez-se musa,
pois ciente de ser eterna não se recusa.
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Serviu aos poetas e a humanidade
com todo a sublime amor feito em bondade.
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Nasceu assim a diva da primeira inspiração.
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Uma musa é diva ao andar no campo,
ou ao tirar a blusa que esconde seus encantos.
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Tão suave é o toque especial que encanta os corações,
âmbar divino e perfume da vida.
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Missão cumprida;
não eram os poeta,
a porta estava aberta a bela
com seu toque encanto,  formosa musa.
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21/12/2014


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