Estou aqui, mundo
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Autor; Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Estou aqui, mundo, descoberto do medo de prosseguir,
confiante e com a cabeça erguida.
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Uma vez que a Natureza me premiou com uma
formação limpa, absolvida e a fisionomia rude de quem ama a liberdade.
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Não assinalo e nem aprecio a parca ideologia,
pois o fanatismo cega e faz pecar em falsa idolatria.
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Uma vez que defendo a vida e cultuo o amor
coberto em candura, não acumulo medo do embate ao opressor.
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A minha vida é palco aberto e sem frescura e a
minha meta é um dia melhor e recheado em amor e poesia.
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domingo, 5 de março de 2023
Estou aqui, mundo
sábado, 25 de fevereiro de 2023
Palavras desconexas
Palavras desconexas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Ah! Este apetite de dizer palavras
desconexas,
Divergentes, mas com aquele gostinho do “diz
tudo”,
Palavras sinceras, mas complexas,
Que aparecem do nada, desvairadas, desatinadas
e tresloucas,
Mas no emaranhados dos toscos versos, uma de
cada vez, eu ou desnudando,
Revelando na intensidade do meu versar e o
tamanho do meu mundo.
Parecem utópicas e do meu imaginário, só
palavras confusas,
Talvez, relês e insignificantes palavras
diminutas e loucas,
Palavras ardentes, em primas, coloridas e
absorvidas em um mar profundo,
Que, moderadas e limitadas, dizem um pouco do meu tudo.
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Aos Poetas
Aos Poetas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Desagradáveis são os homens que, como nós,
escrevem os seus sonhos pueris.
Ser poeta é tecer a vida com um punhado de
sonhos
Ser poeta é desvanecer para as ameaças
embrutecidas da vida
E pontilhar nos blocos e nos sonhos quimeras
colorindo a vida ou buscando a fantasia,
É não se importar com o arbitramento desumano
ou de censura,
Pois o poeta sabe que os seus escritos são
maiores que o julgamento dos homens, quando as suas palavras levarem o conforto
e o alento aos corações de outros homens
O homem pode censurar, ou tirar a liberdade
e, até, exterminar a vida do poeta,
Mas, por mais que se esforce o homem não vai
calar o amor que o poeta tem pela vida e por sua arte de poeta.
As armas dos homens são muitas e variadas,
podem oprimir e constranger
As armas dos poetas são as letras, mas, por ser
um extrato de amor à humanidade, tornam-se sagradas e vencem todas as adversidades .
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2023
Em jeito ameno e garboso, com som colibri
Em jeito ameno e garboso, com som colibri
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Diva. O tempo te suaviza em orvalho
refrescante,
Carícia sublime da Providência que determina
Que sejas como és; doce pecado ladino e
marcante.
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Suavidade que trazes no olhar felino,
És a dama vestida em douro e rosa cetim,
Beldade d’amor dos querubins em um hino.
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Acalento n’alma, um sonho poético sem fim,
Cristalizada em fino diamante, ornada d’amor,
Em um verso de Bocage, supremo poeta sedutor.
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E se um dia o cismo doloso da vida me cobrir,
Encantos eu deixarei marcados em versos,
Que esvoaçarão felizes aos confins do universo,
Em jeito ameno e garboso, com som colibri.
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domingo, 19 de fevereiro de 2023
E haverá um dia sublime
E haverá um dia sublime
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
E haverá um dia sublime,
Na conjunção astral da Boa Esperança com a Eventualidade,
Os teus olhos em bonança e tranqüilidade
Iluminando com luzes benditas a minha alma inquieta e desassossegada;
E será a mão do acaso dada ao Destino,
Transmutando aquele momento de espera ao transcendente...
E seremos nós dois, unidos em um só,
Na busca impaciente do zênite assomado em herética liberalidade...
Corações em batimentos vertiginosos e inconscientes,
Unidos em frenética voltagem...herméticos e nunca mais sós.
O contrário do amor
O contrário do amor
🐼🌹🌹🌹✍️📜💖✈️
O amor é a afeição, o carinho, carinho e respeito.
O amor dá o sentido à vida.
O ódio é a aversão, o desafeto, a antipatia e o desafeto.
O ódio destrói e causa dor, ás vezes, sofre mais aquele que odeia o
outro ser.
Mas o ódio não é o contrário do amor. O contrário do amor é a
indiferença.
O Tempo não mata o amor
O Tempo não mata o amor
Autor: Luiz Alberto Quadros
Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Diante dos fatos e das
evidências,
umas poucas palavras,
bastantes significativas,
e muitas esclarecedoras,
vou afirmar com certeza
definitiva,
o Tempo não mata o amor,
porém torpedeia a alma na
sua essência,
castigo em chamas
traidoras,
que dilaceram aquele
coração sofredor.
Na sua justiça, e
jurisprudência,
o Tempo contamina a
vertente da vida,
tange forte n’alma e no
coração,
mas não mata o amor,
mesmo quando lança uma
sorte definida.
O Tempo abala as pessoas no
fundo d’alma,
faz sofrer e, até, faz
chorar,
porém quem ama não deixa de
amar.
Brigar com o Tempo é briga
perdida,
posto que o razoável é
seguir adiante;
neste mundo somos só
viajantes.
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