quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Tiranossauro do Agreste

Tiranossauro do Agreste
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Tens o rigor sinistro da lei perversa
e a razão de quem tem ódio no coração,
impondo o ranço maligno com a adaga na mão.
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Maltratas o pobre parvo que leva a vida adversa.
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Tiranossauro do agreste, não temes represaria,
és ilimitado rei déspota no próprio escárnio.
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Na mão o gládio temeroso, carnificina assombrosa.
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Os teus gestos são ordens suprema; a perene mudez.
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Esqueceu-se de Deus, do amor e da rosa.
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Perdendo o juízo, vives agora em estupidez.
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Teus olhos são orifícios irradiante do negativo,
como dragão cuspidor proferes sentenças punitivas,
assim tu segues até te forçarem o silêncio,
cortando tuas asas e destruindo tua fluidez.
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20/12/2015


Canção para um irmão

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Acróstico: Maria

Acróstico: Maria 
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves
Molde num quadro de puro amor
A mãe de cristo simboliza a virtude
Resplandece ainda em luz brilhante
Iluminada, viveu, sorriu e sofreu em toda plenitude
Afortunada é exemplo de afeição até na dor.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Serena do jardim do amor

Serena do jardim do amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Amada, tu és tal flor em dia sereno
adornando um jardim encantado,
tão bela, querida e adocicada,
sustenta com teu jeito meigo e educado
a utopia e ilusão em um coração sarraceno,
e se um dia partires em revoada,
o mouro aquietara-se, no intimo amargurado
calado, com o coração pequeno.
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Fixo com o olhar no pêndulo da parede
verá o mundo desabar,
pois não há pesar maior que a saudade,
suave e doce melancolia,
que suaviza o poeta em terna melodia.
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Amada Flor, dulcificada em néctar delicado,
serena, gentil e sossegada,
onde moras existe um horto em amor
com as mais belas e coloridas flores,
cultivadas em mão suave
doce e perfumada,
são rosas, orquídeas e jasmins.
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sábado, 26 de dezembro de 2015

Instantâneo e passageiro

Instantâneo e passageiro
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Foste a diva maliciosa,
visita inesperada,
encanto, delícia, amada
perfume da rosa.

Enchi meus olhos enternecidos,
vivi cada momento,
senti a delicadeza do teu olhar,
cresci em terno sentimento.

Depois, compadecido,
vi a utopia perder o encantamento,
foi mera ilusão, erro da mente,
instantâneo e passageiro,
perdi o traço ao sabor dos ventos.

Há de saber que o tempo marca uma história
faz brincadeira e pirraça,
as vezes, só por pura picardia.

Teimoso e perdido, não acho graça,
mas vou seguindo meu dia,
marca tua presença em minha memória.



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Meu olhar e as estrelas

Meu olhar e as estrelas
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Quando o meu olhar se perde nas estrelas
lembro e fico reduzido, da terra tão distante,
volto o tempo e o mundo num só minuto,
sinto eu e você, no coração.
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Foste musa, foste donzela,
eu, extenuado cavaleiro andante,
com uma rosa ao teu atributo,
um olhar e uma paixão.
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O destino cobrou sua tutela,
tudo passou num instante,
prostrei meus olhos ao infinito, diminuto,
resta só recordação.
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22/12/2015


Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...