sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Opção

Opção
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Caso o acaso,
fortuito da vida,
e amigo da irrealidade,
me traga fortuna
e me deixe perdido
em meio a diversidade
não perderei a avenida
pois quero manter
a paz no coração
e a cabeça erguida,
mesmo em aflição,
sem medo da fugacidade.
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A fortuna que chega parte
a toda velocidade,
e eu espero ser
exemplo de sobriedade,
amigo da verdade,
vivendo em integridade.
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quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Coração Criança

Coração Criança
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Esqueço as estradas perdidas,
miro um mar de ilusões, rica utopia,
tenho os pés descalços, e danço na chuva
fausto em alegria, de bem com a vida.
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Cada instante é dádiva do dia
momento de paz,
laranja, banana e uva.
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Um sonho de criança feliz
crescido na vida
afortunado, de coração petiz.
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Garoto, alegre e maroto.
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Tenho o coração criança,
não me falta fé, coragem e esperança.
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02/12/2015


segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Tua lembrança

Tua lembrança
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Serena Flor tens o gosto da essência em saudade,
doce e suave melancolia em amaro azedo na boca
que distancia o ser do tênue afago n’alma.
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És bondade, e tua ausência belisca e não acalma,
pois revira a vida ao acaso, tal ave em revoada.
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Serena, tua lembrança traz a marca do passado
desamparo, agora, pela falta da tua presença,
foste reino, foste bela, rainha da afetuosa utopia,
formosa e agradável, cantarei brando tua ausência,
pois marcaste na alma a quimera e bela alegria.
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Em poema sem rima

Em poema sem rima
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Em poema sem rima
ritmo ou nexo,
perdido
e mal formado,
adjeto do surrado,
juntei algumas linhas
escritas em mil cores
falei em ti,
flor do meus amores.

Poema ao desfalecido

Poema ao desfalecido
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves., o Poeta Sem Talento
Passo largo em direção ao norte
ou será a morte?
Na vida tu passas
ou despachas?
Se a oportunidade foi dada,
empoou, virou nada.
Do pó vieste,
tão pouco fizeste.
Retrógrado impaciente,
farto e indolente.
Não faltou oportunidade,
faltou compromisso com a verdade.
Ontem era,
hoje já era.
Hoje desfalecido,
amanhã arrependido.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Uma luz no fim do túnel

Uma luz no fim do túnel.
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Um mar de lamas corrompeu os meus sonhos
abduzido por escravocratas da presbiopia
fiquei cerceado da visão, inepto em hipocrisia .
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Sem sangue, bar, amor ou poesia,
rumei a oeste bravio, cândido e sem vela,
machucado, com os lábios murchos e sede,
mal captei as luzes das estrelas...
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Sincronizei meus movimentos, coração pirata,
que embarca em sonho e ilusão.
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Um dia a jurisprudência
ganha o jogo em boa prudência.
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Existe uma luz no fim do túnel
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Nem tudo é decepção,
nem tudo é corrupção.

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Lembranças

Lembranças
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Flor, tua imagem ficará marcada na memória,
tal adágio lúgubre que adestra melancólico
abençoando a alma cativa, doce história,
no entanto ferindo a essência com sombra
de lâmina gladiada, feroz; vendaval diabólico.
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Serás eterna recordação presente pleiteando
sem descanso, suave alento, foste afeto e ternura.
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És imagem celeste apaziguando e encantando
tal a leveza de teu ente, alma sem censura,
que interrompeu a tristeza dos olhos com teu doce,
mas, brisa que sopra, moveu-se ao mar, foste,
deixando na história o suave canto do teu amar.
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Flor, tu foste a dádiva preciosa, eterna rosa
embora reste, no peito, fio d’ama chorosa.
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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...