quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Entre a Luz e a Escuridão

Entre a Luz e a Escuridão
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Há, entre a luz e a escuridão,
uma risca de incertezas e de amargura,
aonde o sarraceno  segura a lira,
na aflição de uma busca insegura
por uma letra indefinida no coração.
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E os ventos taciturnos abalam a alma,
que arde em acalento d'amor em pira,
amor sacrificado na sina do destino,
amor que se agita, balança e não acalma,
amor feito de aço, enlevo e bravura.
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E o riscar no bloco é o ato de ternura,
posto que o amor em desatino que delira
é o fado do poeta que busca o sublime
no sentir da mulher-do-olhar em cândida magia,
e não há bem maior que sarraceno de fato estime.
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Cada letra é uma prova d'amor e devoção
a quem lhe deu alento, energia e inspiração,
de buscar em versos aquilo que tem no coração.
E assim, em esvoaço fluido em energia,
à diva o poeta entrega a sua poesia.
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025

Divago em ternura

Divago em ternura
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Coração condensado em sonhos e doçuras,
és a essência para os versos que eu escrevo agora,
diva nascida em meiga ilusão não contida,
mulher-do-olhar em doce e amável candura,
és o sonho que eu levo à eternidade,
em versos vindos d'alma à ti, senhora.

Este poema em rosas que a ti agora eu trago
é o extrato das ilusões que tenho pela vida,
uma vez que, poeta, a vida eu aprendi a amar,
e este amor ornamenta estes versos em divago,
e o andejo c'as as letras é a minha utopia,
esvoaço, da inspiração ao amor e a tua ternura.

Acredite, a vida não fez doce, fez amargo,
a essência que agora me apraz e acoberta,
é o resultados de quimeras, risos e prantos,
e estes momentos vividos nesta longa estrada,
fez de mim um mouro sarraceno ou alegre poeta,
e ti, por sua vez, fizerem uma rosa ou um brilhante.


 

domingo, 9 de fevereiro de 2025

A integridade e a banalidade

A integridade e a banalidade - divagação
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento

As complexidades da vida mergulham a existência dos seres viventes em um vasto oceano surreal e, ainda, faz com que os homens que possuem alguma qualidade ou, que, na sua integridade de serem justos e leais aos seus valores e princípios, percam espaço e caem no descrédito e, ainda, cedam espaço e créditos aos homens que tem por razão de si serem banais e egoístas, uma que estes últimos os superam por pensarem em si e não na coletividade.
*Poeta Sem Talento


 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2025

O amor é belo e tudo cura

O amor é belo e tudo cura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Não me sinto um desafortunado pelo destino,
pelo contrário, se não acumulei riquezas,
não perdi o ar franco e o sorriso de menino,
as adversidades da vida são eventos da natureza.
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Sou simples no vestir, mas firme no figurino,
fujo do caos, mas não temo as incertezas,
o belo me atrai, mas pelo certo eu me fascino,
ando seguro, pois já enfrentei correntezas.
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Nas estrada da vida deixo estrelas e rosas,
alguém pode cismar que eu deixaria amarguras,
não me apoquento, há gente pra toda prosa.
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Meus versos são simples, a pena é segura,
escrevo poemas d'amor em forma melosa,
ciente que o amor é belo e tudo cura.
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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Por um instante

Por um instante
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Por um instante,
sagrado momento interior,
eu captei flamas e ardores,
na busca de um poema d'amor,
sublime como o azul celeste,
luzente como um brilhante.
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E, neste segundo especial,
os deuses alados da mitologia,
encantados com as sibilas dos montes,
que colhiam sortidas flores,
modulavam c'as liras
as mais belas canções d'amores.
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E, no paraíso dos enamorados,
um deslumbrante pedestal dourado,
trazia a deusa/mulher querida,
elegante, linda e cativante,
vestida em um puro cetim d'ouro,
perfumada em suave essência,
eflúvio d'amor e de ternura.
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Raios em flash encantadores
traziam um realce profundo e sedutor
no quadro que ornava o minuto sagrado.
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Beldade em natureza especial,
destaque na Tríade da doce mitologia,
linda mulher, em amor e ternura, 
tu eras a diva mais agraciada,
em hinos, sonatas, odes e poesias.
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Sim, eras tu, mulher-do-olhar em candura. 
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

Mulher doce e forte, sem reticências

Mulher doce e forte, sem reticências
(Soneto)
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Desconheço as primazias do destino,
a vida é árdua, complexa e exigente,
c'as coisas que não se acomodam eu desatino,
e, inseguro, navego em instável torrente.
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Rude poeta, nas letras não tenho refino,
as vezes até escrevo poemas ardentes,
uma vez que o amor me é doce e divino,
e nos teus olhos vejo brilhos luzentes.
*
Escrevo a ti versos meigos e sibilinos,
eles mostram toda a minha reverência,
em culto ao teu ar jovial e feminino.
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No poema tu tens toda a minha essência,
os teus olhos ameigam e aguçam o tino,
és mulher doce e forte, sem reticências.
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sábado, 1 de fevereiro de 2025

No poema o verso que tudo cura


No poema o verso que tudo cura
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Desafortunado, perdido em caminhos diversos,
sem respostas para o dia que passava obscuro,
fraco e cansado, aflito e ferido,
eu tateava sem jeito uma saída no escuro,
em tempestade do oceano da vida submerso.
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Ausente para o riso, dolente e abatido,
transe de sina vazia, sem destino e desprotegido.
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Mas eis que o fado da vida é converso,
e carrega consigo o destino da humanidade,
não esquecendo ninguém ao léu, ou submerso,
e ti trouxe, mulher de verdade,
que, sorrindo, tornou a dor em poesia.
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Sibila que acalenta a vida agora,
mulher-do-olhar em tão doce candura,
no jardim da vida és a rosa sedutora,
és a essência que anima e perfuma,
és no poema o verso que tudo cura.
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Ser pai

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