domingo, 25 de agosto de 2024

A dor o amor sempre supera

A dor o amor sempre supera
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eu ti procurei no vazio da noite sombria,
vagava em apática e opressiva comoção,
longe do festivo luar, infesto e sem a poesia,
em mim o desanimo agregava a dor e solidão.
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No rascunho de mim um aperto em agonia,
a pena sofria sem nuance e nem coloração 
no bloco da vida só quimeras e utopias,
o fadado escrito não tinha coração.
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De repente, não mais que de repente,
nos teus olhos eu senti a festiva primavera,
no teu coração a ternura em linda vertente.
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Deixei de lado a dor que agora já era,
encontrei-te na lua clara e luzente,
aprendi que a dor o amor sempre supera.
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sábado, 24 de agosto de 2024

Quero exorcizar tudo o que não presta

Quero exorcizar tudo o que não presta
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Ao que pese todas os pesares do mundo,
e a mim dores, apertos e amarguras,
eu sigo com a leveza d'alma e não afundo,
das coisas do mundo só quero ternura.
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Quero exorcizar tudo o que não presta,
retirar as pedras que barram os caminhos,
limpar as beiras, as bordas e as arestas
e, colibri alegre, em um canto fazer o ninho.
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 Quero vivenciar até o último dia,
sorrir como um fidalgo de mão dada com a bela,
em amor, no bloco, escrerver a derradeira poesia,
depois eu vou pousar a caneta na página amarela.
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Vou sorrir a última vez a este mundo perverso,
por aqui em várias estradas desacautelado eu andei,
deixo amigos e inimigos também, eu confesso,
e digo ainda, pela vida jamais acovardei. 
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quarta-feira, 21 de agosto de 2024

É tempo da sibila, tão doce fada

É tempo da sibila, tão doce fada
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Pícaro, eu voo em direção aos infinitos,
levo comigo a minha essência sagrada,
não busco os deuses e nem fabrico mitos,
mas, em versos, buscarei a minha amada.
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A  oscilação dos ares incomoda, admito.
Alma leve e serena, c'as faces rosadas,
um sorisso nos lábios e um olhar tácito,
retrato da musa em minha longa jornada.
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Em letras douradas mil sonhos d'amor,
nos versos escritos, frases mal modeladas,
que buscam a bela em visto glamour.
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Para o mundo, não há tempo pra nada,
é tempo de deslumbrar-se em mel e ardor,
é tempo da sibila, tão doce fada.
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domingo, 18 de agosto de 2024

Em letras imaculadas

Em letras imaculada
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Afetuoso e cordial, tantos poemas eu te fiz,
corregados em sonhos, meigos e em bem-querer,
sublimes e distintos, querendo te envolver,
como um poeta extasiado ou alegre colibri.
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Busquei nos teus olhos a graça e a utopia,
nos teus lábios palavras d'amor e afeição,
na tua face rosada a paz e a poesia,
no teu corpo encanto, brumas e sedução.
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Na solidão da noite não dormida,
as pérolas eu armazenava no bloco amarelo,
aquele usado e surrado, parte da vida,
que com o universo enlaça o meu elo.
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A tua imagem de siblia, diva e transcente,
às vezes chega em névoas misteriosas,
trazendo vida, amor e poesia ao ambiente,
colorindo a inspiração com letras ditosas.
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Bem-fadada és o marco com o etéreo supremo,
aquela pétala de rosa em cada um dos versos,
a mais bela flor ou um poema doce e ameno,
que, em letras imaculadas, esvoação ao universo.
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sábado, 17 de agosto de 2024

A razão da minha existência

A razão da minha existência
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Distraido, inseguro e insensato,
sem tento, delirante e nem tino,
eu procurei manter o equilíbrio,
e seguir à passo largo o meu destino.
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Aflorei pétalas no meu caminho,
escrevi poemas, sonatas e fados
fui gentil, amigo e bom menino,
embora pisando em espinhos.
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A labareda da existência moldou assim;
um parvo catador com muito brio,
buscando a ternura dentro de mim,
esvoaçando em versos alados.
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Captei a sibila dos montes esverdeados,
beldade c'as faces serena e rosadas,
ornada divina em um pedestal dourado,
impelida em versos aos confins.
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Rosas, orquideas, violetas e Hortências,
adornos na linda coroa, leve e macia,
pois o seu olhar em suave e doce magia
é a razão da minha existência.
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sexta-feira, 16 de agosto de 2024

Sobre a Verdade

Sobre a Verdade!
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Divagação: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Eu estive pensando; o homem, de qualquer época ou civilização, é falho, fraco e carente, e, na busca de suporte procura o ombro de um "salvador", sendo que muitas vezes errará, mas continuará nesta busca constante - mesmo errando repetidas vezes.
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A Verdade é lúcida e luzente e estará sempre a disposição deste homem, falho e frágil, porém este homem tende a não olhar e admitir a Verdade.
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A Verdade pode desfalecer, porém a verdade nunca morre.
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E a Verdade, por ser lúcida e luzente estará sempre ali, esperando que o homem olhe para ela.
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terça-feira, 13 de agosto de 2024

Um poema que chega no clarear de um novo dia

Um poema no clarear de um novo dia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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E, na névoa insistente, que tenaz,
invade o escritório nesta noite angustiante,
a tua bela imagem, efíge viva e perspicaz,
chega em nuance d'amor gratificante.
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Tu vens em visto glamour, segura e pujante,
com uma láurea dourada de esperança e de paz,
c'as faces roseas e serena, formosa e flamante,
trazes consigo vívido sentimento que apraz.
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Não sei se em mim perndura amor ou ilusão,
sei que cinjo versos em afável delicadeza,
rastreando aquele amor que tenho no coração.
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A noite passará, o amanhecer é da natureza,
vai-se a noite misteriosa, em fria escuridão,
fica o dia no clarear da tua imagem e beleza.
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Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...