quinta-feira, 18 de abril de 2024
quinta-feira, 11 de abril de 2024
Nos descaminhos desta vida inconstante
Nos descaminhos desta vida inconstante
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
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Já fui ‘guerreiro franco’ asilado da Frísia,
encurralado nos becos da vida,
mudei; virei rebelde e fútil sarraceno
campeando as luzes em noturnas avenidas.
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De trago em trago na busca da utopia
tive delírios em sonhos e quimeras,
solitário, mas não perdido, compus poesia.
*
Robusto em desejos e em atos de atleta,
nos gládios do globo terreno virei homem,
sem perder a inocência de menino arteiro,
que corre o mundo em estrada deserta.
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Em mim os límpidos de orvalho imaculado,
corriam a tez aliviando um pouco as dores.
*
A aurora aos poucos chegava ao coração alado,
aquele órgão carmim que sofre por amores.
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Nos descaminhos desta vida inconstante
eu amadureci o âmago sem perder a ternura
esmerei o coração, como lapidam diamante;
venci mil obstáculos e ainda virei poeta!
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quarta-feira, 10 de abril de 2024
Pilatos na Hitória da Humanidade
Pilatos na História da Humanidade
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
Pilatos julga ser um anjo de grandes fados,
parece ter sucesso na perseguição dos
inimigos,
mas no fundo sabe que é um fracassado,
incapaz de um gesto nobre de paz e de
harmonia.
Bizarro, Pilatos adula os seus novos amigos.
Encantado com tanto bajulo em sabujo agrado,
Pilatos escolheu aquele que ao seu próprio lado
faz um bolo amargo em mentiras e falsidades,
até parece que a platéia não tem faculdade
para discernir o que é mentira ou é verdade.
Cala tu, parvo poeta diminuto e descartável,
não calará jamais a História da Humanidade.
domingo, 7 de abril de 2024
Poetisa; nos teus versos aqueço e abraso
Poetisa; nos teus versos aqueço e abraso
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
Leve, quase etérea como uma brisa,
flor que encanta em meiga fantasia,
transcendente, enigmática e profetisa,
dona do acaso, também dona da poesia.
.
Em versos elegantes és firme e concisa,
amainando o fado da vida, a dor e o dia,
uma vez que os céus te fizeram poetisa,
daquelas que trazem o amor e a alegria.
.
Sei que o Destino é anjo pacato ou profano,
pois o querubim de ouro joga ao acaso,
com a roda da fortuna, às vezes doce engano.
.
Sei que os versos variam de caso em caso,
sei que me iludo tão fácil, não me ufano,
mas nos teus poemas me aqueço e abraso.
quarta-feira, 3 de abril de 2024
Você não vai esquecer o quanto foi amada
Você não vai esquecer o quanto foi amada
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
*
Eu sei que um dia, com um olhar perdido na
lua,
você vai fechar os olhos dentro de si
e, esquecendo do turvo movimento da rua,
sofrerá com o pouco do muito que fomos,
lembrando
dos meus vagos em versos profanos,
esvoaçando aos ares, tal colorido colibri.
*
Sei que o mundo tem muitas estradas
perdidas,
vias em caminhos incertos, que levam à
desertos,
longe da luz e da lucidez, diretas aos
desenganos.
*
O hoje, passageiro que foi, não morreu no fim
do dia,
ele persiste no fundo do seu âmago sonhador,
em uma brisa caliente da chama que arde sem
fim,
mostrando que o pouco do muito foi mais que
uma singela poesia,
foi a mostra transparente de um sentimento
chamado “Amor”.
*
Neste momento uma lágrima vai verter nas suas
faces rosada,
muito mais do que lembrar-se de mim
você não vai esquecer o quanto foi amada.
*
terça-feira, 2 de abril de 2024
Acróstico; Maria Ivete Alves
Acróstico: Maria Ivete Alves
Autor; Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
Mater – Célula primeira da ordenada sociedade
Ajustes que devemos ter; respeito e
consideração,
Respeitar não é favor; é objeto de obrigação,
Importante dizer; “na nossa bela idade
Aventuramos no mundo e moldamos uma
coletividade.
.
Intensos um dia, hoje temos a experiência
Vivemos a vida, em episódios e não na teoria,
Eventos que moldaram tez e a essências.
Teus versos, Maria Ivete, marcam a presença,
Exemplo da constância, fibra e firmeza.
.
Acolhemos o mundo com a maestria da nossa
vivência,
Lições e aprendizados da que um dia
aprendemos na vida,
Viver, às vezes, precisa firmeza, sem
esquecer que n’alma temos pureza.
Estimada; tens um lindo coração em doce
ternura,
Segura, amável e cativante em distinta jovialidade.
Acróstico; Itamar dos Santos Castro
Acróstico; Itamar dos Santos Castro
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o
Poeta Sem Talento
Ilustre e integro amigo praiano,
Todos os caminhos levam a Cidreira Balneária
amada
A ti alguns versos e um abraço, companheiro veterano.
Merecedor do meu apreço e toda consideração,
Atento e gentil comenta com cuidado e
ponderado
Responsável que és, como foste na lida e
profissão.
.
Dos exemplos que eu tive na minha vida
profissional,
Ostento comigo a honra de te ver com notável
destro laboral,
Soberano e honrando a nossa nobre e querida
Briosa.
.
Sincero, afável, colega e camarada com os
subordinados
Aliado ao justo desígnio intento, exemplo
impar de profissional,
Nada mancha a tua honra, tens capacidade e
honradez,
Tênue e generoso sorriso, estendendo as mãos
aos comandados,
Organizado, não posso esquecer-me da tua
polidez.
.
Colega e superior servimos em distintas
repartições,
Atuamos segundo as necessidades do momento
histórico nacional,
Somos medulas e divisa à outros hoje somos
referências,
Tempos incertos e difíceis, mas valeu à pena
a longa jornada,
Resta olhar no passado vencido, com olhar
bagual,
Orgulho que temos da nossa querida e amada
Brigada.
=====
Em adendo; para completar a publicação.
(Na foto - presente para esta publicação - temos o meu amigo e colega superior hierárquico, no ano de 1997 - exercendo as suas funçoes de Major PM (hoje Coronel da RR) juntamente com o Capitão Monir, que, lamentávemente, não mais se encontra com nós)
Este poema é uma homenagem de amigo a este colega sincero e amigo que sempre desmonstrou amizade com nós seus subordinado.
Sem esquercer da amizade, o Itamar é leitor assíduo do meus poemas na internet e tem em seu acervo o Livro Poemas De Um Poeta Sem Talento, adquirido em 2018.
Obrigado de coração, Itamar dos Santos Castro - amigo de longa data)
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