domingo, 4 de dezembro de 2022

A Flor da Esperança, Paz

A Flor da Esperança, Paz
ou
O Perfume da Flor da Esperança
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Uma vez que era uma flor,
- A Flor da Esperança -
E esta flor aromava um perfume suave,
E a paz era o perfume da flor d'amor,
E o perfume é o incenso da vida.
O homem, se for humano, tem a vida,
Só tem a vida quem o seu sentido,
O sentido da vida é o amor,
O amor para se viver em paz.
A vida está no coração,
O coração é modelado pela alma.
Então;
Respire a paz, 
Sonhe com a paz
Construa a paz
Viva em paz.
*


sábado, 3 de dezembro de 2022

Ao Pedestal da Mitologia

Ao Pedestal da Mitologia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Ao mundo não há o que explicar;
e este poeta, explicar, nem conseguiria,
posto que o amor nasceu da curiosidade,
ou do encontro do inexplicável com a fantasia.
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Como eu poderia dizer, com inegável clareza,
que na luz das estrelas notei o teu olhar melancólico?
*
Com certeza, o mundo não acreditaria.
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E Eu, distante de ti, já ti conhecia,
e escrevia a mais doce das minhas poesias.
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Delicado poema, em mel, tão doce cobertura,
divago que abona um sonho e uma utopia,
em versos sonoros, firmes e simbólicos,
que, esvoaçam em faíscas energéticas,
pomposos e orgulhosos; missivas de amor e ternura.
*
Doce criatura, és a ave do paraíso, hermética,
em voo transcendente em sibilina doçura,
e trazes no olhar o segredo do Santo Graal
ou o mistério da sereia em sintonia meiga e sensual.
*
Não há como ao mundo explicar tanto amor e ousadia,
eu, poeta errante na terra, com a nódoa da dor,
perdido d'amor em Campos Elísios, verdes e floridos,
entregando a ti, beldade da minha  fantasia,
os versos que te elevam ao Pedestal da Mitologia.
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O poeta tem nos escritos a sua própria essência

O poeta tem nos escritos a sua própria essência
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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O poeta tem nos escritos a sua própria essência,
e vivente, sendo parte do mundo, no dia a dia,
faz dos seus poemas um ornado da sua vivência,
moldando o mundo e a natureza em sua poesia.
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Divaga, poeta, divaga longe ao infinito...
divaga em um bloco velho e amarelo,
busca a suavidade, o meigo e o bonito,
escreva livre ou à toa, mas escreva o belo,
traga a flor e o colibri, em versos sucintos.
*
A brisa é constante no seu poetar
a sibila dos cachos esvoaçantes
é a diva em hermético ornar.
*
E o poeta segue sutil e provocante,
uma letra no papel e uma pomba à voar.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Querela sem sapiência

Querela sem sapiência
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Homem finito, fruto da terra,
no cerne carrego um pensamento d'amor,
não descarto, porém, um momento de ódio,
em soturno episódio.
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Quero a paz, não quero a guerra,
mas o poeta é feito matéria do acaso;
deslumbrado corre...corre...
em direção ao céu, ou direto ao ocaso.
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Não vou lamentar a sorte perdida,
fileiras de homens digladiando em nefasta esfera;
pequena pimenta vermelha, onde a paz já era
agora carrega filhotes de hienas ladinas
extraviadas e ao léu,
tecidas em rosas de sangue carmim,
soterradas e bem longe do céu.
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terça-feira, 29 de novembro de 2022

Eu queria você pra mim

Eu queria você pra mim
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Foi você que o vento trouxe repentinamente,
como uma pétala de rosa carmim,
em um esvoaçar lúbrico e suave, diferente,
uma vez que unia o sagrado ao profano,
metade salaz, outra metade querubim,
marcando no ritmo da rima: "eu amo".
*
E o coração, senhor de todos os enganos,
mascava uma utopia doce e viciosa,
borboleteando feliz em um lindo jardim.
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Botões de ouro, orquídeas, rosas e jasmim,
em um colorido sem fim; amor-perfeito.
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Em cismas, desvarios, sem razão e nem direito,
eu queria você pra mim, em um cálido amor sem fim.
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E o seu olhar penetrava n'alma taciturna,
desnuviando um porto fechado que eu encobri,
marcado cada metro da areia, antes soturna,
e dando espaço a um verso d'amor doido e colibri.
*
Eu queria você pra mim marcando a poesia,
que ao mundo nada serve, - mas voa atoa
adoçando os corações carentes em uma utopia -
calar a poesia é esquecer que a vida é boa,
o amor que dá o sentido, mas também traz a fantasia.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2022

E eu te encontrarei, seleta d'olhar felino

E eu te encontrarei, seleta d'olhar felino
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Seguro e determinado,
eu caminho entre espinhos e flores
sigo a rota de um virtuoso destino.
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Na estrada um poema em esmero alinho,
e eu sigo só, buscando luzes, riscando em cores,
transfigurado em poeta ardente e ilimitado,
c'as letras emaranhadas e muito improviso,
mas não desanimo e nem me aflinjo,
uma vez que busco a diva d'olha cristalino.
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E eu te encontrarei, seleta d'olhar felino,
não importa onde estás, ou aonde fores,
eu te encontrarei, seleta d'olhar ladino,
e, ao te encontrar, esquecerei das dores,
esquecerei dos momentos perdidos na vida,
aquilatarei o meu coração aos amores,
uma vez que és a derradeira e doce diva divina,
és tu aquela a qual, eu poeta, me subordino.
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sábado, 26 de novembro de 2022

Demiurgo

Demiurgo
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Quem és na essência, de verdade, Demiurgo?
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Sobre ti jogam as troças do mundo,
mentiras ilusionistas em primórdios,
que desconstroem a liberdade 
e atiram o ser nas labaredas do ódio?
*
N'alma, se tens, nem por um segundo
mostra arrependimento de tanta maldade
depositada no fundo cruento do teu coração.
É só perdição, sarcasmo e ferocidade.
*
Então; quem és tu, Demiurgo?
*


Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada.

  Meine liebe kleine goldene Fee ou Minha querida e pequena fadinha dourada. * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * ...