quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Sonhando sonho d'amor

Sonhando sonho d'amor
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Seria um Sol no Azul Celeste a brilhar,
iluminaria o teu dia com graça e alegria,
um delgado sabiá laranja a cantar,
doce perfume primavera em harmonia.
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Borboletas em cores variadas a dançar,
um lindo jardim florido, som e extasia,
ébrio d’amor, sonolento e farto, á olhar,
flash em raios, sorrindo. Lindo, é poesia.
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Doce musa estimada, rosa em flor,
teu místico olhar, suave cristal e pleno,
sinceridade, graça gentil e ameno.
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Tu foste feita em magia tênue, sem dor,
eu, parco e rude vassalo sarraceno,
perdido em mim, sonhando sonho d’amor.
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domingo, 11 de dezembro de 2016

O amanhã poderá ser hoje


O amanhã poderá ser hoje 
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Quando era "ontem" o "amanhã" seria hoje.
O hoje, de agora, logo poderá ser o "ontem", de hoje.
O Futuro é aquele horizonte, logo ali.
Andar em frente, com os pés no agora, é a opção.



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Coração Apenado

Coração Apenado
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Coração apenado que anda vago e miúdo,
recluso e perdido no labirinto que é a vida,
teu lema foi amar, e viver em pleno amor,
no entanto padeces em soturna via-crúcis,
tremulo, confuso, encabulado e mudo,
extraviado em noite de agonia sem saída
cansado, esfomeado e atormentado em dor.
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Paradoxo profano; foi tu que assim quis,
coração que mendiga atenção e carinho,
tinhas a atenção vasta, amiga e pura,
insolente, deixou de lado e foi viver no mundo,
hoje choroso e triste, em noite densa e escura,
tropeças pela na vida em seus descaminhos.
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09/12/2016


O poeta vive d'amor e esperança

O poeta vive d’amor e esperança
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Este sentimento amigo que trago no peito,
doce alvorada, sem noite calada e nem vil,
sublime encanto enternecedor, é amor.
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Quisera ter tato, ser hábil e ter o direito
de te falar palavras d’amor, sem medo e sem dor.
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Um verso é posto, em delicado penar, sutil,
trazendo consigo o carinho e a luz da estrela,
aquela que guia e brilha os tontos enamorados.
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Em poucos instantes, esqueço o mundo e viro criança,
escrevo um verso,  arrojado, feliz e anelado.
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Afinal, o poeta vive d’amor e de esperança.

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sábado, 3 de dezembro de 2016

Papai Noel


Papai Noel
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Estranho que quando te vi
tu me pareceu uma pessoal normal
igual a tantas que se vê por ai,
és feio, não bonito; simples e banal.
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A gente se apega a aparência,
falta de fato a inteligência;
és feio, e daí?
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O tempo passou, percebi
o quanto no pensar fui cruel
há luz na tua alma,
há bondade no teu coração.
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É período de natal,
e o homem simples e banal
assume firme outro papel;
vira Papai Noel.
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03/12/2016


sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Oração

Senhor:
Hoje não peço a humildade, só para ser politicamente correto.
Não peço, também, a soberba, pois não desejo apimentar e nem escurecer o meu dia.
Peço, Senhor, somente a Paz no Coração e a Consciência que preciso para, com tranquilidade e justiça, decidir o rumo de minha estrada.
Sei que humano sou. Sei que humano acerto e erro.

Sei, ainda, que na minha partida restará apenas os resultados de meus atos e ações, e por estes atos e ações, outros julgarão quem eu sou.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

O Teórico e o Sonhador


O Teórico e o Sonhador
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Teria Einstein divagado sobre o Céu
e os astros celestes em plena harmonia,
ou Quixote correndo riscos em teoria,
ambos unidos nos sonhos da torre de babel.
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No espaço/tempo uno relativo
como a firme pena no borro afirma;
“o romance está no ar e muito ativo”.
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Um toque d’amor, canção poesia.
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A velocidade da luz é invariante
ideia, sonho, ilusão e fantasia;
assusta ao homem  sonhador e andante.
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Quem ama a feia, desajeitada e analfabeta
faz dela a mais doce, Milady Dulcineia.
Fez assim Dom Quixote, cavalheiro errante,
enfrentando moinhos em uma louca odisseia.
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Triste figura,  sua dor no peito ainda inquieta.
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Prova assim; não há principio na relatividade.
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Toque denso, opaco e cru; vem a luz, claridade,
projeta a teoria o mestre douto pensador,
como um poeta que cria uma história d’amor.
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(Dom Quixote - Picasso)




Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...