sábado, 16 de janeiro de 2016

Hei de cantar uma suave melodia


Hei de cantar uma suave melodia
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Com passo firme
desfila na vida,
cheia de charme,
estável e segura,
tão pura
e decidida.
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Hei de cantar uma suave melodia,
oferecer-te uma flor
dália, rosa ou margarida,
orquídea é divina;
amanheceu um novo dia
vamos cantar alegre, sem dor.
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Seria morena
doce ternura chamada amor,
oferto um poema
ameno  e consolador.
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O teu jeito delicado,
meigo, suave, doce e sereno,
essência do bem,
rosa em belo jardim alinhada.
Elegante e recatada,
uma diva em flor.
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O amor é sublime;
a pena exprime,
o coração não deprime.
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Um gesto recato
chamado amor.
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Acróstico: Iraci Alves

Acróstico: Iraci Alves
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento 
Ideal seria um mundo feito em amor
Raios em luzes, os pássaros cantando todo o dia
Aproximando as pessoas, afastando a dor.
Cantaria assim com meus versos uma poesia
“Iraci, adocicada em favo, doce flor.”
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Ah, cada um tem sua história
Livre é quem enfrenta o real como for
Valor maior tem quem canta o amor
Estima tem o coração acolhedor
Simples, esconde de todos, não de um observador.

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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

A menina moça no jardim das hortências


A menina moça no jardim das hortênsias
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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A menina moça no jardim da hortênsias
espalhava-se em alegria e contentamento
admirada, em si, suave em sentimento.
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Divina flor, pétalas rosadas ou azuis,
encanto em elegância e imponência,
e a moça menina se encantava
com a beleza das encantadoras hortênsias.
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Seus olhos refletiam contentamento
em sonhos, suaves, ingênuos e tênues,
são sentimentos, são enternecimentos.
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No coração da moça se aflora
um sentimento em recato florescência,
sonhos azuis e rosados,
tal as pétalas das belas hortênsias.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Salta os olhos a violência

Salta os olhos a violência
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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A violência, frenesi da prepotência,
agride o ser em furor e delírio,
martírio  bestial  de quem, indolente,
oprime o fraco com mão vil,  opressão.
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Não há paz com infame sensação,
insegurança, no choro de uma criança,
uma mulher agredida e ferida
com um tiro mortal.
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O libertino corre as ruas solto,
desaforado, sorridente, com revolver na mão
absolto na própria alma,
pensando no mal da vitima em potencial.
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Não tem compaixão. 
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Salta os olhos a violência,
impetuosidade e prepotência.
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13/01/2016


sábado, 9 de janeiro de 2016

Voltei pra dizer que ti preciso

Voltei pra dizer que ti preciso
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
A saudade foi maior
voltei pra dizer que ti preciso.
Jurei a mim mesmo, pior
não cumpri,
acuado, lembrava do teu sorriso,
igual, juri, não vi.
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A saudade foi o bastante
para entender
tudo não é como era antes
de te conhecer.
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Passei rondando a escuridão
não entendia
mas compreendi, agora,
de mil e uma,
só você, no coração.
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A saudade foi a desculpa
Que uso
Para admitir a minha culpa.
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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Assim segue a humanidade

Assim segue a humanidade
Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
Acordo cedo,
remelas e melecas,
repulso nos olhos e nojo,
medo...
e o nariz escorrendo.
No rádio
noticias em ondas sonoras,
a moça com voz embargada
reflete em triste entoada,
cansada,
foi um teste de bomba hidrogênio,
que faz a humanidade ver pelo espelho
a vil capacidade de um falso gênio.
Estupido cupido,
falta a capacidade de amar,
perdida
na ameaça nuclear
assim segue a humanidade.
E eu?
Cansado.

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Coração Dividido

Coração Dividido
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Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento
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Coração corrediço, vai e vem, inconstante,
não escolhe a quem amar, imprudente,
navega num mar tenebroso, sussurrante,
ao colapso, dividido em sentimentos,
desponta, amargo, turvo e vacilante.
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Coração corredio, mas embaraçado
por amarras, no andaime da vida,
participas do show dos despreparados,
suados e cansados, em estradas perdidas.
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Confabulaste tuas tretas, ardiloso,
mas não acimentou embaraços
em teus braços, agora cansados.
*
Coração que pinga dividido,
escarnecido pelas intempéries do receio,
zoado por não decidires o murro,
surrado com laminas ponteada,
espremido e perdido.
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Coração que flutua solitário
a culpa é tua, mascarado,
enganaste a tantos
píncaro da fantasia e enganos,
malogro do destino tirano,
agora tu ficas ai prostrado,
arredio e em planto
tal lombriga tansa e otária.
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A culpa é tua
pois tiveste um amor
que nunca deu o valor.
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05/01/2016
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Ser pai

  Ser pai * Autor: Luiz Alberto Quadros Gonsalves, o Poeta Sem Talento * Ser pai é um presente de Deus; pois o Criador nos colocou na terra ...